Contive meus sentidos de medoAo ver os gladiadores mirins
Matando a fome ainda cedo
Dos leões; com desonra, bofes e rins
Detive pensante minha visão
No destino, na luta juvenil
Buscando o que comer no lixão
Perto da peste que não contraiu 
Logo vi a impotência na derme
Como cravando pontiagudo
Um pedido: “Ajuda-me verme”!
Estava lá no sinal vermelho
Escrito na cor sangue e fogo
O pus mundial, só dói mantê-lo