
SEU ÚLTIMO MEDO
Valter Gomes 30 de agosto de 2007
Toda vez que lhe procuro, penso...
se desta vez conseguirei vê-lo
pois cada poço é mais imenso
e escuro seu último medo...
Pegar sua mão, içá-lo à beira
Abraçá-lo, aquecê-lo do frio
Gastar a minha força inteira
Pois seu fardo beira o delírio
Na vontade de viver, segure...
Está neste cordão que te lanço
Sabes lá quanto tempo dure!
Inda que por aqui lhe procure
Sonho resgatá-lo deste lodo
E no meu seio, sua dor eu cure.
Valter Gomes 30 de agosto de 2007
Toda vez que lhe procuro, penso...
se desta vez conseguirei vê-lo
pois cada poço é mais imenso
e escuro seu último medo...
Pegar sua mão, içá-lo à beira
Abraçá-lo, aquecê-lo do frio
Gastar a minha força inteira
Pois seu fardo beira o delírio
Na vontade de viver, segure...
Está neste cordão que te lanço
Sabes lá quanto tempo dure!
Inda que por aqui lhe procure
Sonho resgatá-lo deste lodo
E no meu seio, sua dor eu cure.
(Foto da tela de Carlos V. Pinto - 85)