28 de setembro de 2007

QUIMERAS EM CIO!


Quimeras em cio
03/01/2007-01:00hs
(Foto: Tele de Eduardo Tavares).

Estou migrando ao desconhecido,
não terei você uma espera.
Mitigando seu cio de quimera,
quisera saber tê-lo valido.

Remo só pr´outra margem de um rio,
não vejo ser lá, só outra beira,
preciso saber qual minha eira.
se sou primeiro em seu desvario.

Voando noutros brejões e vales,
vejo devaneios juvenis,
espreito ater viços seus olhares.

À caça de sentidos pueris
de um beijo de amor que migalhes,
trilho pelos seus desejos febris

5 de setembro de 2007

OS JARDINS DO MEU CORAÇÃO...




OS JARDINS DO MEU CORAÇÃO
Valter Gomes
9ª música do CD

Pegue na minha mão; te levarei pelos caminhos da minha fé;
verás como é belo, o jardim onde plantei meu amor a Jesus.
Há flores de todas cores exalando o perfume do meu Senhor;
A tempos que o plantei, regando com amor e fé em meu Deus.
REFRÃO
Venha ver flores lindas, o sol sempre a brilhar,
se deite em uma sombrinha, com Jesus venha sonhar (Bis)


Pássaros, a gorjear, são todos filhos queridos do meu rei Javé,
Nascentes com águas claras, onde sacio minha sede de amor a Jesus.
Lá plantei o amor, divido-o com todos os filhos de Deus;
Tem árvores de paz, dão frutos o ano todo para os irmãos.
REFRÃO
Não tem cercas nem vigias; todos que aqui entram estão na união,
chove de tardezinha, irrigando os corações de pureza na fé.
Só do fruto do pecado joguei a semente fora, pra não ver vingar
a discórdia e a decadência que levou o homem santo de Deus a pecar
REFRÃO

30 de agosto de 2007

SEU ÚLTIMO MEDO...


SEU ÚLTIMO MEDO
Valter Gomes 30 de agosto de 2007

Toda vez que lhe procuro, penso...
se desta vez conseguirei vê-lo
pois cada poço é mais imenso
e escuro seu último medo...

Pegar sua mão, içá-lo à beira
Abraçá-lo, aquecê-lo do frio
Gastar a minha força inteira
Pois seu fardo beira o delírio

Na vontade de viver, segure...
Está neste cordão que te lanço
Sabes lá quanto tempo dure!

Inda que por aqui lhe procure
Sonho resgatá-lo deste lodo
E no meu seio, sua dor eu cure.
(Foto da tela de Carlos V. Pinto - 85)